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Motogirl na área
 
 

 
Aos poucos, as mulheres vão chegando às ruas com suas motos. Seja a passeio ou a trabalho, elas embelezam o trânsito cada vez mais caótico das grandes cidades com sorrisos e delicadeza. No motofrete não poderia ser diferente e com simplicidade e eficiência, elas estão provando que também dão conta do recado, ou melhor, da entrega.

 

Andrea Sadocco Giannini de Oliveira, 39, está cursando uma faculdade, tem dois filhos e mora no bairro de Pompéia. Começou na profissão por uma série de motivos como necessidade financeira, vontade de conhecer melhor a cidade e de ser útil à sociedade. Como já possuía uma motocicleta, uniu dificuldades e curiosidade e entrou no motofrete. Hoje, muitos anos depois, diverte-se com a profissão, tem diversos amigos e sonhos. “Salário limitado, muitos impostos, leis que não corresponde à realidade e o risco de vida são nossas maiores dificuldades”, diz

Andrea diz que a família a incentiva na profissão, porém, tem medo de que algo de mal possa acontecer nos mais de 100 kms que roda todos os dias. Mas com cuidado e senso de observação, realiza as entregas e o serviço sem stress. Quando questionada a respeito da regulamentação da categoria diz: “Sinceramente não concordo com todas as cláusulas principalmente que a moto seja cargo, pois ela é nosso meio de transporte para passearmos com a família.” Placa vermelha obrigatória também é outro absurdo para a motogirl, pois não beneficiam em nada.

 
“Com certeza o que pode ser melhorado é o piso salarial. Pelo risco da profissão 835,92 é muito pouco”
  “As motofaixas garantem uma certa ordem e segurança, mas de qualquer forma no transito devemos estar sempre atentos e sincronizados com os movimentos.”

       
   
 
 
     
   
     
         
 
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