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Carta
do Editor.
Na edição passada, nossa matéria de capa
trouxe reportagem sobre a ascensão do motofrete em todo
País. Por incrível que pareça e apesar da
(eterna) reclamação dos empresários, o setor
nunca faturou tanto quanto agora. Nunca tantas empresas apareceram
para oferecer serviços e nunca tantos contratos foram fechados.
Prova disso é à procura de empresários por
motoboys para contratar. Hoje, existem vagas em aberto para 2
mil motoboys só no Estado de São Paulo que, dentre
os estados brasileiros é o que mais tem contratado profissionais
no setor de motofrete. Há pouco, soubemos de uma empresa
que, só ela, precisou contratar 500 motoboys para um grande
contrato. Isso é reflexo da economia que está aquecida
e em ambiente próspero.
Apesar disso, lojas de Motopeças, seguradoras, montadoras
e quem vivem do (e no) setor relutam em divulgar produtos e serviços
em revistas especializadas e esperam apenas feiras ou eventos
de motos para anunciar ou oferecer seus produtos. Se o setor está
em alta, por que não anunciam? E se não anunciam
no resto do ano, como vivem? Essa é uma pergunta que eu
gostaria de ter pelo menos uma resposta. Com isso, quem fica no
prejuízo é o motofretista que não fica conhecendo
as boas opções de produtos que estão chegando
de fora e até sendo produzidos no próprio Brasil.
Bom, dando seqüência a nossas reportagens especiais
de capa, trazemos um problema que vem afetando os motociclistas
profissionais, que é as apreensões das motos. Tem
muito motoboy que tem ficado sem seu ganha pão por descuido
ou falta de conhecimento. Falamos também do curso de 30
horas que começará agora em setembro nas escolas
do Sest-Senat e de outros assuntos pertinentes ao motofrete. Tem
também Turismo, Reflexão e muito mais.
Colabore conosco mandando sugestões de pautas, histórias
e fotos.
Um
grande abraço e boa leitura.
Oscar Santos
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