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RUA JA 293
 
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São Paulo, 13 de Fevereiro de 2012
Carta do Editor.

Na edição passada, nossa matéria de capa trouxe reportagem sobre a ascensão do motofrete em todo País. Por incrível que pareça e apesar da (eterna) reclamação dos empresários, o setor nunca faturou tanto quanto agora. Nunca tantas empresas apareceram para oferecer serviços e nunca tantos contratos foram fechados. Prova disso é à procura de empresários por motoboys para contratar. Hoje, existem vagas em aberto para 2 mil motoboys só no Estado de São Paulo que, dentre os estados brasileiros é o que mais tem contratado profissionais no setor de motofrete. Há pouco, soubemos de uma empresa que, só ela, precisou contratar 500 motoboys para um grande contrato. Isso é reflexo da economia que está aquecida e em ambiente próspero.

Apesar disso, lojas de Motopeças, seguradoras, montadoras e quem vivem do (e no) setor relutam em divulgar produtos e serviços em revistas especializadas e esperam apenas feiras ou eventos de motos para anunciar ou oferecer seus produtos. Se o setor está em alta, por que não anunciam? E se não anunciam no resto do ano, como vivem? Essa é uma pergunta que eu gostaria de ter pelo menos uma resposta. Com isso, quem fica no prejuízo é o motofretista que não fica conhecendo as boas opções de produtos que estão chegando de fora e até sendo produzidos no próprio Brasil.

Bom, dando seqüência a nossas reportagens especiais de capa, trazemos um problema que vem afetando os motociclistas profissionais, que é as apreensões das motos. Tem muito motoboy que tem ficado sem seu ganha pão por descuido ou falta de conhecimento. Falamos também do curso de 30 horas que começará agora em setembro nas escolas do Sest-Senat e de outros assuntos pertinentes ao motofrete. Tem também Turismo, Reflexão e muito mais.
Colabore conosco mandando sugestões de pautas, histórias e fotos.

Um grande abraço e boa leitura.
Oscar Santos


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De Olho no Pedestre

A Comissão Global para a Segurança no Trânsito da ONU lançou um plano de ação para a década 2011/2020, recomendando aos países membros medidas imediatas de atenção e prevenção contra a violência no trânsito. O desafio da comissão é reduzir em 50% os índices de mortalidade não só colaborando com atitudes preventivas, mas, principalmente, no acompanhamento das ações.

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  Responsabilidade sobre duas rodas

A Comissão de Transporte por Motocicletas do SETCESP realizou no dia 21 de Setembro o primeiro Simpósio com as soluções para o segmento da micrologística, dando exemplo com a preocupação com a segurança, a regulamentação da atividade, a responsabilidade social e também do tomador dos serviços de motofrete.
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  SindimotoSP consegue 10 mil cursos gratuitos de 30 horas  

O curso é gratuito, voltado para homens e mulheres, tem duração de 30 horas e será ministrado pelo SEST/SENAT. A estrutura curricular engloba os seguintes tópicos: Ética e cidadania na atividade profissional, Noções básicas de legislação, Gestão do risco sobre duas rodas, Segurança e saúde, Transporte de pessoas ou Transporte de cargas e Prática veicular individual específica (carga ou pessoas). Veja a notícia completa Clique aqui
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