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Asfalto de sangue
Estatística
divulgada mostra ruas com maior número de acidentes
envolvendo motociclistas. Números preocupam: já
são 11,7% no total de vítimas.
Se as motofaixas tem salvo vidas em seu percurso, o mesmo
não se pode dizer das ruas paulistas. O salto de
428 para 478 motociclistas mortos também foi acompanhado
da alta de 123 para 135 atropelamentos com mortes provocados
por esses veículos segundo dados divulgados pela
Companhia de Engenharia de Trafego - CET. Em 2005, havia
pouco mais de 60% de atropelamentos fatais por ônibus
que por motos. Apenas cinco anos depois, a situação
inverteu-se e os casos com motos chegaram a 24% mais casos
por motos que por ônibus.
A própria CET explica que o resultado está
na elevação da frota de motocicletas e também
afirma que na marginal Tietê, as mortes diminuíram
por conta da restrição na via expressa, mesmo
assim, ela lidera o ranking de óbitos na cidade.
A marginal Pinheiros fica em segundo lugar seguida pela
Avenida Aricanduva em terceiro, tendo a Estrada de Itapecirica
em quarto e a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães
em quinto. Essa última teve o maior aumento em 2010:
de 8 para 17.
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