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DOR: Todo cuidado é pouco!



Para
combater a Lesão por Esforço Repetitivo (LER),
hoje mais conhecido como Doença Osteoarticular Relacionada
ao Trabalho, precisamos ter um minucioso Programa de Prevenção
de Risco de Acidente (PPRA). Nele encontram-se todas as
condições e atos inseguros capazes de produzir
doença ou acidente do trabalho em todo o ambiente
laboral. Além disso, precisamos: sensibilizar funcionários
para as queixas que vem se repetindo, sugerir rodízio
de tipo de veículo, propor atividade física
(Ginástica laboral, racionalizar postura e movimentos
para que não haja sobrecarga de grupo muscular, coordenar
junto ao RH e Gerência Operacional método a
ser implantado em palestras de conscientização,
motivação para manutenção do
programa, adesão da direção da empresa
entre outras iniciativas.
Na
Ginástica Laboral é preciso saber qual o exercício
adotado, como será executado e quais equipes especializadas
que também prepararão monitores da própria
empresa.
Dentro de contexto, sensibilizamos todos com relação
a:
• Condições inseguras existentes
• Identificá-las nos seus trajetos e divulgá-las
• Conhecimento ao serviço de engenharia de
segurança para soluções.
As horas extras, baseados na sobrecarga de trabalho, é
um ato inseguro que precisa de combate permanente não
só por parte da segurança do trabalho, mas,
também pelos chefes, motociclistas e empresários.
Quanto a exaustão física provocada, a conscientização
de todos com relação à exaustão
que ocorre na direção veicular, é necessário
prestar atenção para os seguintes fatores:
estresse físico, mental e social, alterações
do relógio biológico, aumento do absenteísmo,
das doenças ocupacionais e do encaminhamento ao acidente
de trabalho.Após
alta do acidente de trabalho e doença ocupacional,
fazer controle da eficiência dos métodos utilizados
e levantar estatística de LER/DORT antes da implantação
do programa, estatística LER no trans-ímplantação,
da estatística LER a cada 06 meses da implantação,
dos casos de encaminhamento para acidente de trabalho antes
e após implantação do projeto, ver
Custo X benefício, avaliar melhora da produtividade
e qualidade do trabalho desenvolvido, observar efeitos sobre
integração do pessoal durante a aplicação
do projeto, o atendimento médico para todas as patologias
antes e após o projeto e amelhoria da qualidade de
vida.
Fazer questionários com respostas múltipla
escolha pré projeto três meses após
implantação também é boa alternativa.
Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
Diretor de Comunicação e do Departamento de
Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET (Associação
Brasileira de Medicina de Tráfego).
dirceu.rodrigues5@terra.com.br
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